Dizem que nos relacionamentos a periodicidade exagerada atrapalha. Ok. Pensando desta forma, se todos os dias da semana são muito pra quem ainda está na fase experimental da convivência, passa-se então às quartas, sábados e domingos. Mas fazer isso de uma hora pra outra não é fácil. Duas pessoas acostumadas a se ver todos os dias e a quase depender disso - o que aqui pode começar a ser ruim - diminuem consideravelmente essa frequência. Não dando certo isso, e logo que isso aconteceu, na primeira semana, houve aquela mudança total da parte dela. Um distanciamento, até. Considerando, talvez, o acordo anterior. Não foi de propósito. E sua fase atual, psicológica, de busca de empregos, novos horizontes, resolução de problemas se intensificou de tal maneira que ela não soube lidar e nem aguentar.
Quando voltaram a se ver com a frequência anterior, ela já estava diferente, mas mais diferente ainda porque precisava dele mais do que nunca pra tentar sair daquilo pelo que passava. Se até então alguma coisa a mantinha aqui, era ele. E cobrá-la por uma distância dela, uma mudança de atitude, não ajudava. Só a fazia pensar que até aquele que ela mais amou na vida estava sofrendo com isso. E isso era demais.
Depois de um momento de desespero, de um dia completamente sem sentido, em que tudo conspirou pra coisas erradas, ela fez a besteira fatal. Ele fica presente o tempo todo e a salva como um anjo faria. Quem deixaria o amor da sua vida morrer? Mas no dia seguinte aquilo volta: "você estragou tudo, não está dando certo".
Agora não existe nem mais o "quarta-feira". Nem sei mais o que existe. Só sei que eu não afetei uma pessoa. Mas muito mais que uma. E quem eu menos queria, quem eu mais amo e quem eu mais tentei preservar. Se não desisti antes, foi para salvá-lo. Consegui. Mas ainda não consegui me salvar.
Eu só sei que a dor do amor é a maior que existe. E era essa que eu não queria estar sentindo agora.
Quando voltaram a se ver com a frequência anterior, ela já estava diferente, mas mais diferente ainda porque precisava dele mais do que nunca pra tentar sair daquilo pelo que passava. Se até então alguma coisa a mantinha aqui, era ele. E cobrá-la por uma distância dela, uma mudança de atitude, não ajudava. Só a fazia pensar que até aquele que ela mais amou na vida estava sofrendo com isso. E isso era demais.
Depois de um momento de desespero, de um dia completamente sem sentido, em que tudo conspirou pra coisas erradas, ela fez a besteira fatal. Ele fica presente o tempo todo e a salva como um anjo faria. Quem deixaria o amor da sua vida morrer? Mas no dia seguinte aquilo volta: "você estragou tudo, não está dando certo".
Agora não existe nem mais o "quarta-feira". Nem sei mais o que existe. Só sei que eu não afetei uma pessoa. Mas muito mais que uma. E quem eu menos queria, quem eu mais amo e quem eu mais tentei preservar. Se não desisti antes, foi para salvá-lo. Consegui. Mas ainda não consegui me salvar.
Eu só sei que a dor do amor é a maior que existe. E era essa que eu não queria estar sentindo agora.
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